Cuil – Analisando mais de perto

Introdução

O Cuil foi um projeto idealizado por uma ex-funcionária do Google, Anna Patterson, juntamente com seu marido Tom Costello, e outros dois ex-funcionários do Google também, Louis Monier e Russell Power. O Cuil (pronuncia-se Cool, em português, Legal) já consta com 121,6 trilhões de sites aproximadamente e tem diversas novidades.

O que melhorou?

No Cuil temos um novo layout ao se pesquisar por alguma palavra-chave, os resultados um ao lado do outro, o que ao meu ver possibilita ao usuário clicar no que achar mais relevante e não somente no primeiro (o que acabava, de certa forma, favorecendo esse), justamente por não saber qual é o resultado mais relevante segundo o buscador. A relevância se dá da esquerda para a direita, descendo conforme os resultados daquela linha acabem.

Busca Cuil

O que percebi também é que o tanto no Google, como também no Yahoo! Search e Windows Live Search, para se passar para a próxima página temos que rolar todo o site e ao fim dele, clicar na página seguinte. No Cuil isso não acontece, a possibilidade de passar de página fica sempre disponível no canto inferior esquerdo.

A SERP não segue mais o padrão (4 linhas, 1º Title, 2º e 3º Description e 4º URL, salvo exceções). No Cuil, onde seria a description está um mix de informações citadas na landing page (coisa que ao meu ver, não torna os resultados interessantes para o usuário). Também há uma imagem na SERP de cada site e que precisa ser melhorado pois está assimilando imagens erradas ao site, quando deveria estar colocando a logo ou imagem importante. Há resultados que mostram por exemplo um site sobre SEO e a imagem que está junto é de um banner que o site possui. Sem contar que as logos de alguns sites se repetem várias e várias vezes em outros sites.

Ele também disponibiliza uma série de palavras-chave relativas para aprimorar a sua busca. Possui um filtro contra pornografia e etc, assim como o Google.

Conclusão

Será que ele vai tomar o espaço do Google? Pessoalmente acredito que não, vai sim, causar uma boa misturada nas “fatias de pizza” da panelinha (Google, Yahoo! Search e Windows Live Search).

Apesar de indexar 3 vezes mais do que o concorrente, seus resultados ainda precisam ser melhorados, a SERP não ajuda muita coisa, as imagens ligadas aos sites muito menos. Tem sim, idéias inovadoras (as vezes até óbvias, como a troca para a página seguinte ficar fixa na página independentemente se há ou não rolagem da página), mas não creio que só isso vá alavancar o Cuil para ficar entre os Top 3.

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Páginas orfãs e sem saída.

Uma página sem saída é caracterizada pelo fato de não linkar nenhum outro site, daí vem o nome “sem saída”. Por este motivo, os crawlers visitantes dessa página, ao verem que não há mais para onde ir, abandonam o site.

Com um template já criado, é bem dificil a criação de uma página assim, pois todas normalmente tem uma sidebar, RSS, banners e etc. Um bom exemplo de página sem saídas são retornos de 404 (não foi possível encontrar a página). O ideal é que esta página seja otimizada, sendo incluída nela links para a home do site ou outros links importantes.

Teremos uma página orfã quando ela não tiver sido linkada por nenhuma outra do site e também não pode ser encontrada por crawlers a menos que seja linkada externamente. E isso pode ser criado de propósito (como por exemplo uma página criada com informações privadas) ou acidentalmente.

Uma vez descoberta pelos crawlers, essa página será classificada como doorway page, o que ocasionaria em uma punição para todo o site mas não há registros de penalidade por esta falta e acredita-se que não ocorra.

A pior coisa sobre página orfãs é que elas são inúteis para o SEO por não serem indexadas por crawlers.

É sempre bom, na criação de cada página se estudar bastante como você pode aplicar técnicas de link juice, para que todo seu site esteja interligado. Assim você facilita tanto para o usuário quanto para os crawlers.

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Melhorias no Yahoo!

As buscas do Yahoo! Search (por enquanto, somente para o Yahoo! americano), recentemente fizeram algumas melhorias significantes no que tage aos resultados oferecidos. O objetivo disso é tornar os resultados de acordo com as coisas mais recentes do momento tendo como base buscas feitas, assim artigos publicados com “furos” de reportagem poderão aparecer mais rápido do que antes.

Isso traz uma melhoria a experiência dos usuários de certos modos; Primeiro porque o Yahoo! está melhor em detectar quando uma busca está relacionada a uma notícia nova, e estão possibilitando entregar resultados atualizados, que na maioria das vezes, são os que interessam. Além disso, em suas buscas você poderá ver informações atualizadas sobre o tema pesquisado na própria SERP. Isso ajuda já que as vezes você não está nem procurando aquele assunto, mas ter a possibilidade de saber mais sobre é um atrativo com certeza.

(informações retiradas do Yahoo! Search Blog)

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SEO – Reportagem com Matt Cutts

1. Destaque o termo que as pessoas estão procurando.

“Pensei no que uma pessoa irá escrever para tentar achar e acharão você” diz Matt Cutts. Ele disse que conheceu um quiroprático de San Diego que reclamou que seu site não era facilmente encontrado nas buscas do Google. As palavras-chave “San Diego chiropractor” não estavam em lugar nenhum do site. “Você tem que ter certeza que as palavras-chave estejam nas páginas” diz Cutts. Se você é um doutor de San Diego ou um arquiteto de Des Moines (capital e a maior cidade do Estado americano de Iowa), deixe as pessoas saberem disso bem no topo de sua página.

2. Preencha as suas “tags”.

Quando criado um site, o códigos de internet incluem 2 tipos de tags importantíssimas: title e description Mesmo que você não saiba os códigos que são usados na criação de páginas, softwares como Adobe Dreamweaver tem ferramentas que disponibilizam você preencher essas tags apenas escrevendo numa caixa para colocar o título de cada página (o que com certeza é melhor do que “<title>San Diego Chiropractor</title>”). “Tags são cruciais”, diz Cutts, por que a maioria das coisas que se mostram nos resultados de buscas estão inclusos nas tags title e description.

Também há uma terceira tag, para adicionar palavras-chave ou termos buscados, mas como já se sabe para o Google o peso disso não é tão grande e não faz alguma diferença significativa.

3. Faça outros sites linkarem para você.

O Google diz que há mais de 100 fatores que determinam o ranking de um site. Mas os links, com certeza, merecem um destaque.

O Google rankeia sites baseado na sua popularidade. Se um site importante linka para você, provavelmente você deve ser bom, em consequencia disso você aparece no topo da lista. Se você não consegue links de sites importantes, tente links de páginas menos populares. Ganhe destaque e logo os links virão.

4. Crie um blog e poste regularmente.

Cutts diz que blogar é uma ótima maneira de ganhar links e começar relacionamentos com clientes e amigos. Isso apenas lhe custará tempo e sites como: Google, WordPress entre outros oferecem ferramentas para a criação de blogs gratuitas. Com um blog, você pode explorar melhor a sua rede de relacionamentos e estreitar esses laços, fazendo assim as pessoas conhecerem você e seu site/blog, o que resultará mais tarde em links.

5. Ferramentas que ajudam.

O Google oferece uma série de ferramentas que ajudam o seu site a aparecer nos resultados de busca. Você pode dar upload em um site map, o que mostra ao Google as páginas de seu site (no xml-sitemaps pode ser criado um sitemap) controlar seu site. Uma fez feito isso, você estará registrado no Google, onde você pode ter acesso a estatísticas vitais, incluindo quem está te linkando e de quanto em quanto tempo o Google visita seu site.

6. Não faça isso!

Para ter destaque, algumas pessoas costumam encher suas páginas com palavras-chave, mas não faça isso! Isso se chama keyword-stuffing e o Google interpreta isso como Black Hat SEO (técnicas ilegais para otimizar um site) podendo até remover o seu site do Google.

“Depois de você citar duas ou três vezes, o Google já entende – ‘Ok, essa página tem algo a ver com essa palavra-chave’ “, diz Cutts. Deixe fluir naturalmente, apenas de destaque as coisas que são realmente importantes, sem exageros.

(matéria parcialmente modificada e retirada do site USAToday.com)

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